Proposta de Inteligência Digital - Planejamento e Marketing para PME
Você precisa mesmo disso? Não, claro que não precisa.
Se seu negócio está operando na capacidade total, foi um prazer, até logo, volte sempre.
MAS....
Você vai precisar se deseja aumentar os RESULTADOS da empresa.
Se alguma coisa ainda pode ser melhorada, por que não tentar?
Para começar vamos definir uma coisa, [ é sempre bom deixar bem claro ]: Marketing - digital ou não - e Inteligência de Mercado, servem para OTIMIZAR seu negócio a fazer mais com menos.
Se isso é do seu interesse, bem vindo!
O OBJETIVO é muito claro:olhar para sua empresa - micro, pequena ou média, analisar os dados atuais e apontar as melhores ESTRATÉGIAS para aumentar seus negócios, realizar mais vendas e ter clientes fiéis, que compram e recomendam seus produtos e serviços.
COMO É QUE FUNCIONA?
Seguindo as necessidades únicas de cada empresa.
Primeiro a conversa toda é sobre o negócio atual e potencial, produtos, serviços, concorrentes e clientes.

COMO?
* Conhecendo as regras básicas da redação 2.0
* Gerenciando conteúdos - Criando estratégias inovadoras para uma comunicação integrada
* Abrindo canais de comunicação direta com o cliente
* Gerando tráfego para as páginas - Influenciando com mensagens relevantes
Se seu negócio está operando na capacidade total, foi um prazer, até logo, volte sempre.
MAS....
Você vai precisar se deseja aumentar os RESULTADOS da empresa.
Se alguma coisa ainda pode ser melhorada, por que não tentar?
Para começar vamos definir uma coisa, [ é sempre bom deixar bem claro ]: Marketing - digital ou não - e Inteligência de Mercado, servem para OTIMIZAR seu negócio a fazer mais com menos.
Se isso é do seu interesse, bem vindo!
O OBJETIVO é muito claro:olhar para sua empresa - micro, pequena ou média, analisar os dados atuais e apontar as melhores ESTRATÉGIAS para aumentar seus negócios, realizar mais vendas e ter clientes fiéis, que compram e recomendam seus produtos e serviços.
COMO É QUE FUNCIONA?
Seguindo as necessidades únicas de cada empresa.
Primeiro a conversa toda é sobre o negócio atual e potencial, produtos, serviços, concorrentes e clientes.
Depois disso, com todas as informações em mãos, passamos para a etapa: "juntando os pontos".

Dados cruzados, elaboramos um plano de comunicação integrada, apresentando as melhores SOLUÇÕES de curto e médio prazo.
Os resultados? Que tal assim?
Estar na web é fácil. Ter um site ou blog é apenas o primeiro passo.
Depois é que começa o trabalho da GESTÃO da presença on line.
Depois é que começa o trabalho da GESTÃO da presença on line.
A reputação digital de sua empresa é uma moeda e seu valor é construído diariamente.
Cultura digital é aprendizado!
É relacionamento.
A cada dia surgem novas ferramentas e seu cliente espera ser ouvido e atendido com excelência, através delas.
SUA EMPRESA TÁ NA PRAÇA?
Cada vez mais a vida on line é semelhante aos antigos mercados persas. Todos falam ao mesmo tempo e todos querem ser ouvidos. Todos estão na praça negociando e se relacionando.
Vende quem aparece mais, nem sempre quem tem o melhor produto!
SUA EMPRESA ESTÁ SENDO OUVIDA?
Essas são algumas perguntas que muito provavelmente serão respondidas durante a consultoria:
- O que seus clientes estão falando de sua empresa?
- Como você fala com seus clientes e fornecedores?
- O que seus concorrentes estão fazendo para atrair seus clientes?
- De onde vem seus clientes?
- Quais seus pontos fortes e fracos? E os dos concorrentes?
- O que é possível fazer para melhorar o posicionamento de sua marca?
- O que é preciso fazer para gerar mais contatos que finalizam a compra?
Inteligência digital é construir uma imagem de sucesso nas mídias e redes sociais.
COMO?
* Conhecendo as regras básicas da redação 2.0
* Gerenciando conteúdos - Criando estratégias inovadoras para uma comunicação integrada
* Abrindo canais de comunicação direta com o cliente
* Gerando tráfego para as páginas - Influenciando com mensagens relevantes
* Aumentando a conversão de suas ações on line
* Expondo a marca com elegância e senso de oportunidade
* Ouvindo e interagindo com agilidade
* Monitorando
* Expondo a marca com elegância e senso de oportunidade
* Ouvindo e interagindo com agilidade
* Monitorando
* Marketing digital é muito mais do que enviar e-mail e montar um site!
Agora, vá além, peça um orçamento. Sem compromisso.
Lembre-se, seu concorrente também leu essa mensagem.
Entre em contato:
marisnmoura@gmail.com
Vamos montar uma estratégia digital para seu negócio e desenvolver soluções de comunicação integral com inteligência?
Envie o link do seu site/blog e agende um skype de 1/2 hora para um feedback sem compromisso.
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marisnmoura@gmail.com
"Organizações Inteligentes" Roland Deiser
Ainda não li, mas já está na lista.
Roland Deiser, (USA) é especialista em estratégia, inovação e design organizacional.
Neste livro ele trata da arquitetura das empresas para a aprendizagem e utiliza o processo de produção do conhecimento como um diferencial competitivo essencial no mercado, além de trazer casos concretos de empresas globais que já adotam esse método: Siemens; Novartis; PwC- PricewaterhouseCoopers e DHL.
Para quem está "por aqui" com a mesmice de sempre e procura novas abordagens nas áreas estratégicas, de mudança e inovação, RH ou administração, pode ser uma boa opção de atualização.
Em seu site há vários artigos muito interessantes para download. Boa leitura!
Capa original
O dia em que o Data Mining virou o "mineiro de dados"
Matéria de hoje do jornal Valor publicada no "The Wall Street Journal" , onde infelizmente o título sofreu uma tradução no mínimo triste, no máximo desleixada.
Tão desleixada que deve ter sido feita por uma tradução automática. Chamar "Data Mining" de "mineiro de dados" só rindo. Pelo jeito a crise chegou na redação do jornal e já estão economizando com copy desks e tradutores. Mas ainda assim, acho que damos conta de lidar com detalhes dessa natureza.
Na verdade a essência dessa notícia é que finalmente algumas instituições começaram a abrir os olhos para a importância em se descobrir padrões no comportamento do consumidor e trazer essa análise para os decisores embasarem suas ações. Algo aparentemente simples e até um tanto óbvios, mas que nem sempre é levado em conta. Se isso está apenas começando por lá, imagino quando chegará aos ouvidos dos gestores tapuias...
De qualquer modo, vale a pena a leitura.
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MBAs agora preparam 'mineiros de dados'
Diante do fluxo crescente de dados da internet e outras fontes eletrônicas, muitas empresas começaram a procurar gerentes que saibam interpretar os números usando uma prática em expansão: a análise de dados, também conhecida como inteligência empresarial.
Encontrar candidatos qualificados tem se mostrado difícil, mas as faculdades de administração esperam conseguir preencher a lacuna de talentos.
Encontrar candidatos qualificados tem se mostrado difícil, mas as faculdades de administração esperam conseguir preencher a lacuna de talentos.
Nos próximos meses, várias escolas, como a Faculdade de Pós-Graduação em Administração da Universidade Fordham e a Faculdade de Administração Kelley, da Universidade de Indiana, começam a oferecer disciplinas eletivas, cursos de extensão e mestrados em análise de dados; outros cursos e programas do tipo foram lançados no ano passado.
A International Business Machines Corp., que desde 2005 já investiu mais de US$ 14 bilhões para comprar empresas de análise de dados como a Coremetrics e a Netezza Corp., criou uma parceria com mais de 200 faculdades, incluindo a Fordham, para oferecer treinamento e cursos nesse segmento.
"Quanto mais estudantes se formam com conhecimento em áreas que damos importância, melhor não apenas para nossa empresa, mas para as empresas com as quais trabalhamos", disse Steve Mills, vice-presidente sênior e executivo do grupo de software e sistemas da IBM. "No fim das contas, o importante é o que os clientes e compradores realmente precisam."
A análise de dados já foi considerada tarefa de especialistas em matemática, ciência e tecnologia da informação (TI). Mas diante da enxurrada de dados da internet e outras fontes, as empresas querem agora empregados capazes tanto de analisar informações, como também de ajudar as empresas a resolver problemas e criar estratégias. Um exemplo é a grife de luxo Elie Tahari Ltd., que usa a análise de dados para examinar históricos de padrões de compra e prever tendências para a demanda por roupas. A rede americana de pizzarias Papa Gino's Inc., que atua no nordeste dos EUA, usa a análise de dados para examinar como as pessoas usam seu programa de fidelidade e já conseguiu aumentar a média dos pedidos feitos em seu site.
À medida que o uso da análise de dados cresce rapidamente, as empresas vão precisar de funcionários que entendam as informações. Um estudo divulgado em maio pela McKinsey & Co. descobriu que os Estados Unidos enfrentarão até 2018 uma escassez de 1,5 milhão de gerentes que saibam usar os dados para orientar as decisões empresariais.
A XO Communications, uma firma americana de serviços de telecomunicação entre empresas, quer ampliar sua equipe de análise de dados, mas não tem conseguido. Trent Taylor, diretor de inteligência de clientela da XO, disse que não é fácil encontrar alguém que compreenda o contexto empresarial, e que ao mesmo tempo entenda as estatísticas e saiba estruturar um projeto. Cris Payne, gerente sênior de inteligência de consumidores, disse que a XO vai "estudar seriamente" a contratação de formandos em MBA com essas habilidades.
A Fordham vai oferecer uma disciplina obrigatória de análise de dados no próximo semestre - Análise de Marketing - para os estudantes de MBA com foco em marketing. "Tradicionalmente, os estudantes escolhem marketing porque 'não gostam de matemática'", disse Dawn Lerman, diretora do Centro de Marketing Positivo da Fordham. Mas hoje em dia, com tantos dados disponíveis sobre o comportamento do consumidor, "não dá para se esconder da matemática e das estatísticas e ser um bom marketeiro".
Lerman disse que a nova turma de MBA terá de aprender a trabalhar com medidas de marketing relacionadas ao desempenho de uma marca nas lojas e on-line. A Fordham também planeja lançar um mestrado em Inteligência de Marketing em 2012.
A Faculdade de Comércio McIntire, da Universidade de Virgínia, está colaborando há anos com a firma de armazenamento de dados Teradata Corp. para aumentar a presença da análise de dados no currículo dos estudantes, disse Barbara Wixom, professora da faculdade e diretora do mestrado em Administração de TI da McIntire.
A instituição vai lançar nos próximos meses uma especialização eletiva em análise de dados e também vai começar a colaborar com a IBM. "O que mudou é o tipo de estudante que deseja essas ferramentas", disse Wixom. A análise agora é usada nas aulas para marketing e finanças, não só para TI, disse ela.
"A análise de dados certamente é uma das cinco principais coisas que [os executivos] se preocupam em investir mais atualmente", disse Scott Gnau, presidente da Teradata Labs, filial da Teradata. "O setor vai exigir isso. Os estudantes vão exigir isso."
As consultorias, especialmente as que têm clientes de TI, marketing e vendas, também precisam de empregados com conhecimento de análise de dados.
A Deloitte LLP se uniu com a Faculdade de Administração Kelley em novembro passado, para oferecer uma especialização em análise empresarial para seus funcionários de nível intermediário. A especialização tem cursos como Bases da Análise Empresarial e Visualização e Localização de Dados. A faculdade criou uma especialização parecida para empregados da Booz Allen Hamilton Inc.
E, a partir de setembro, os estudantes de MBA da Kelley terão a opção de se especializar em análise empresarial.
A Faculdade de Administração Villanova, no estado da Pensilvânia, está modificando as exigências de graduação para seus candidatos, para que incluam mais disciplinas de estatística. A instituição começou a lançar cursos sobre o tema nos últimos anos. A começar com a próxima turma de calouros, a faculdade vai substituir parte das aulas de cálculo com estatísticas e adicionar um curso de introdução à Análise Empresarial.
O Centro de Inteligência de Clientela da Faculdade de Administração da Universidade Yale oferece aos estudantes a chance de trabalhar em projetos de análise de dados com várias empresas. Um desses projetos, para uma firma de software de contabilidade, usou a análise de dados para avaliar os comentários dos clientes e encontrar indícios de insatisfação e sugestões de melhorias.
Ivan Dremov, que se formou este ano no MBA da Yale com experiência em recrutamento de executivos, trabalhou no projeto. Segundo ele, o treinamento o preparou para realizar tarefas parecidas com as que desempenha em seu novo emprego, uma firma de consultoria estratégica sediada em Nova York. "Quando você diz a eles que pode fazer um projeto de análise de dados usando um software sofisticado, é algo que realmente prestam atenção", disse ele.
Melissa Korn e Shara Tibken | The Wall Street Journal 16/08/2011
Fonte: http://www.valoronline.com.br/impresso/the-wall-street-journal-americas/107/473215/mbas-agora-preparam-mineiros-de-dados
2020 Workplace
Jeanne Meister fala em seu mais novo livro " The 2020 Workplace" quais serão as principais atitudes no ambiente de trabalho daqui há 8 anos e 1/2.
Para as empresas inovadoras e de ponta o futuro já é agora.
Para as jurássicas....bem as jurássicas sequer terão fôlego para chegar até lá.
Bilionários
Não tenho um centavo aplicado no Quantum Fund do bilionário George Soros. Infelizmente!
Soros é uma lenda no mercado financeiro e é fato que consegue algo em torno de 20% de retorno ao ano em seus investimentos. Nada mal.
No mesmo dia fico sabendo de outra história pra lá de interessante. Elie Horn - fundador e presidente da Cyrela.
O que ambos têm em comum? Além de serem bilionários, ambos são imigrantes judeus, sabem ganhar dinheiro como ninguém e fazem doações milionárias de suas fortunas.
Migrantes sabem o valor de cada suor e cada lágrima derramada. O trabalho é o que lhes dá dignidade. Por isso o fruto do seu trabalho é sagrado!
Em 2010 Soros disse à Reuters: - "Doarei metade de minha renda enquanto estiver ganhando e a outra metade quando eu morrer".
Quanto à Horn, dizem que doa mais de 50% do que ganha.
Soros doando nos USA e Horn aqui no Brasil, tanto faz, o mundo precisa deles.
Supondo que uma pessoa ganhe mensalmente 1 milhão, doar a metade disso ainda a deixa com muita grana pra torrar.
O que isso tem a ver com inteligência de mercado? Bem, se você não consegue estabelecer nenhuma ligação é melhor mudar de blog.
Há uns 10 anos tem me chamado a atenção a habilidade dos judeus com o dinheiro e o caráter espiritual impregnado em todas suas práticas, inclusive às ligadas às finanças.
Li muita coisa à respeito, frequentei cursos e seminários com rabinos, vi filmes, publiquei artigos em revistas, desenvolvi um treinamento: "O caráter espiritual do dinheiro", fiz palestras em congressos e fui convidada para realizar uma vídeo-aula que foi ao ar pela Dtcom em 2005 - um canal de educação corporativa à distância.
Esse tema me intriga e seduz. Sou apaixonada pela sabedoria e preceitos judaicos e a doação é parte fundamental da ética judaica. Segundo a Cabalah somos um canal que recebe e repassa, recebe e repassa, infinitamente e cada vez mais, portanto quanto mais repassamos mais recebemos.
Adoro essa lógica!
Claro que imediatamente pode surgir em algumas cabecinhas ocas um raciocínio pra lá de simplório e tacanho do tipo: "Ah, para quem tem muito é fácil doar". Pensamento desse tipo sequer merece comentário, só foi citado porque é muito mais comum do que se imagina, principalmente nas mentes pobrezinhas com complexo de franciscano. O que mais tem na terrinha.
Na antiguidade bíblica, dinheiro também era conhecido como Talento. Há inclusive a parábola dos talentos, fácil de ser encontrada numa busca rápida.
A moeda nada mais é do que um símbolo. Assim como a cruz, a estrela de Davi, as alianças, as bandeiras de países e vários outros objetos simbólicos. Sua única função é fazer o papel de intermediação com o sagrado.
Através dos símbolos nós religamos uma conexão supostamente partida.
As religiões sabem explorar muito bem os símbolos. Os movimentos fascistas também souberam.
E o mercado? Para o mercado através dos símbolos mostramos a qual extrato da sociedade pertencemos. Não se pode negar que ele trabalha os símbolos de maneira exemplar, afinal qual a razão de se usar uma bolsa de grife de alguns milhares de dólares ou...
.....possuir um Porshe vermelho?

Promover a expansão do mercado através da circulação do dinheiro e sua multiplicação e distribuição é um talento e tanto. Requer muita inteligência de mercado.
Há injustiça no mundo? Muitas.
A moeda carrega em si o germe da maldade do mundo? Não.
O mundo é melhor hoje do que na idade média? Não sei.
( pensando bem, lembrando a frase do personagem de Wood Allen em " Meia noite em Paris", " ...eu prefiro viver num mundo onde a penicilina já tenha sido descoberta..."
Penso que o mundo precisa de muitos milionários e bilionários. Muitos. Cada vez mais.
Inteligência de Mercado e Competitiva: Referências bibliográficas
Sem nenhuma preocupação acadêmica, coloco aqui uma listinha de livros, artigos e blogs que podem ajudar a aprofundar o tema Inteligência de Mercado.
A palavra "inteligência" já começa por indicar que nada que é dogmático pode ser inteligente.
Portanto fuja de quem sugerir apenas leituras exclusivas dentro da área da IM ou da IC ou do BI.
Portanto fuja de quem sugerir apenas leituras exclusivas dentro da área da IM ou da IC ou do BI.
Gosto dos clássicos. Se alguém disser que as ideias de Michael Porter não são mais válidas, eu discordo e continuo o que estou fazendo.
Porter está para a inteligência competitiva assim como Kotler está para o Marketing e o sorvete de creme para o Petit Gateau...
Porter em Harvard ( 2003)
Seu modelo das 5 forças do Mercado ainda é insuperavelmente elegante
E Kotler....nada mais atual que ele
Bem, depois de marcar posição com os 2 bam, bam, bans do pedaço vamos aos
outros que ( mais que provavelmente) beberam nessas duas fontes.
Todos os livros do prof. Alfredo Passos
Trechos no Google Books
Tenho gostado muito da abordagem de Clay Shirky na interface redes e IM
Todos os livros de Malcolm Gladwell. Por que? Por puro deleite!
Artigos:
Blogs:
Depois vou acrescentando mais algumas coisas, por enquanto: enjoy it!
Inside Job ou Engenharia da maracutaia
Não foi à toa que esse documentário levou o Oscar 2011! Ele vai fundo nos bastidores da farra fiscal da desregulamentação.
Separe 2 horas do seu precioso tempo para entender quem manda no mercado.
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Da Sociedade Industrial à Sociedade em Rede
Jabor: " O psicopata veio para ficar "
Sempre bom ouvir esse comentário sensato do Jabor num cenário de insensatez.
Será que Cazuza era um profeta? " meus heróis morreram de overdose e os meus inimigos estão no poder..."
" Os dois Brasis"
Gosto de acompanhar o raciocínio de pessoas inteligentes. Isso significa que encontro, no máximo, meia dúzia de pessoas para ler.
Infelizmente!
Infelizmente!
A Dra. Betania Tanure - professora da FDC- Fundação Dom Cabra, da PUC Minas e consultora - é uma delas.
Esse texto foi publicado originalmente no jornal Valor Econômico de 24/06/2001
Mais transparente impossível!
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O paradoxo insustentável dos dois Brasis em que vivemos
Betania Tanure
No início do mês estive imersa em um workshop com a diretoria executiva de uma das empresas mais admiradas do Brasil. Estavam conosco também um professor do Insead e uma colega que foi do MIT por mais de 20 anos e hoje vive no Canadá. Eram, portanto, além de mim, dois 'leading professors' e uma empresa de ponta discutindo conceitos contemporâneos de gestão, em desafio à sua prática.
Não se trata de uma atividade isolada, mas de parte de um processo de desenvolvimento articulado de toda a liderança da organização. Um processo de longo prazo cujo objetivo é sustentar um crescimento vigoroso que está em curso nos últimos anos e logo se tornará ainda mais ousado.
Esse é o Brasil que cresce, o Brasil que sonha, o Brasil que realiza. Um país que enche de orgulho cada um de nós, brasileiros, que há muito cansamos de ser o país do futuro e passamos a viver esse futuro, tornando-nos grande promessa na arena internacional.
Nossos executivos têm, hoje, formação e competências das melhores do mundo - algo muito diferente do que se via 20 anos atrás quando, na Fundação Dom Cabral, iniciamos um movimento de preparação de executivos para operar em um então desconhecido mundo global.
O workshop, que ocorreu em instalações de Primeiro Mundo, na Granja Viana, São Paulo, terminou às 18 horas. A chuva era forte. Eu voltaria para Belo Horizonte naquela mesma noite, mas o pessoal de apoio foi avisado de que eu não conseguira embarcar por Congonhas: São Paulo tinha 243 quilômetros de congestionamentos. Caos urbano. Esse é um outro Brasil. Nós, cidadãos, que tanto nos indignamos com as ineficiências de nossas empresas, convivemos pacificamente com essa situação.
Fomos até Campinas, Viracopos. Certamente a estrada estaria livre de congestionamentos. Ledo engano. Embarquei com um "ligeiro" atraso de quase duas horas (um problema cotidiano para quem é passageiro frequente como eu). Por volta de meia-noite, quando faltavam alguns minutos para o pouso, o comandante informou calmamente: "Senhores passageiros, não temos autorização para pousar em Belo Horizonte. O pátio do aeroporto de Confins está lotado".
Os passageiros se entreolharam. Alguns chegaram a achar que era brincadeira do comandante. Outros, que havia algum problema mecânico não revelado. Um homem gritou, indignado, do fundo do avião: "Como isso é possível? Vocês não fazem o mínimo planejamento? Tem gasolina neste avião?"
A aeronave sobrevoou Belo Horizonte durante algum tempo. A expectativa dos passageiros era que logo houvesse um lugar no pátio, mas retornamos a Campinas. Era mais de 1 da manhã quando pousamos no aeroporto dessa cidade, sem mais informações.
Ficamos bastante tempo no avião, pois não havia orientação sobre o que fazer. À 1h30 da manhã, ainda "presa" no avião, decidi abrir meu computador e partilhar com vocês, leitores, a minha indignação.
Um tempo depois, decidiu-se que ficaríamos em Campinas. Passamos a ligar para os hotéis que ficavam por perto: todos os cinco primeiros que consultamos estavam lotados. Este é o país da Copa do Mundo? Da Olimpíada? Há algumas décadas, começou a ser associada ao Brasil a denominação de "Belíndia", um país fictício que uniria a então rica e pequena Bélgica à imensa e pobre Índia (naquela época o conceito do Brics não existia). A ideia, que parece ter se eternizado, era que "somos assim mesmo, dois mundos muito diferentes em um só".
Não é possível aceitar calma e passivamente a convivência desses dois Brasis. Já se sabe, há muitos anos, que o conceito de ilhas de excelência é insustentável. Ou seja, não existem empresas excelentes em um ambiente precário. Ou será que algum de nós, em sã consciência, acredita que podemos construir empresas de Primeiro Mundo aqui, com nosso atual padrão de infraestrutura? Seria, no mínimo, ingênuo, ou até arrogante, acreditar nisso.
Esses dois Brasis são incompatíveis. Pense nisso. Criou-se uma situação insustentável e é urgente a necessidade de buscar soluções, de sair da preocupação e ir para a ação. E quem dirige eficientemente uma empresa ou forma e desenvolve pessoas pode encarar com a mesma responsabilidade e eficiência a sua parte na construção de um país melhor, mais igualitário, mais justo. Você já começou a fazer isso?
Betania Tanure é doutora, professora da PUC Minas e consultora
#fail
Daqui de fora você, eu, todos os consumidores de uma determinada marca juramos que uma grande corporação tem um mínimo de organização e sabe o que está fazendo.
Aí vem uma crise e você fica sabendo da bagunça generalizada que existe lá dentro.
Isso é assim com o universo de eletrônicos, carros, controles aéreos, governos, softwares.....
Então pra que tanta teoria? Tanto livro de administração? Tantos gurus? Tanta metodologia?
Essa matéria saiu no jornal Valor:
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Pesadelo digital assombra a Sony
No mundo fantástico dos jogos on-line, uma corporação multinacional como a Sony seria um gigante desajeitado em luta mortal com um herói muito ágil. No mundo real, os hackers que atacaram o grupo japonês são bandidos - não heróis. Mas a batalha da Sony para defender seus sistemas começa a parecer uma versão de pesadelo de seus jogos.
Até agora, os hackers estão ganhando. A fama de excelência em software da Sony saiu esfrangalhada, e dados cadastrais de milhões de clientes foram roubados. Sua estratégia lapidar de receita on-line está ameaçada e seu plano de sucessão foi solapado, menos de dois meses depois de ser anunciado. E, o pior de tudo, os ataques refletem, no melhor dos casos, uma atitude despreocupada para com a segurança das informações e, no pior, francamente negligente.
A Sony fechou sua rede PlayStation Network duas semanas atrás, depois de descobrir que dados pessoais de seus 77 milhões de membros - como nome, data de nascimento, e-mail, ID de usuário e senha - tinham sido acessados por um hacker desconhecido. Dados de 10 milhões de cartões de crédito também ficaram expostos.
A companhia levou sete dias para avisar os usuários que suas informações pessoais poderiam estar comprometidas, e mais tempo ainda para contatar diretamente os usuários. A empresa finalmente pediu desculpas no domingo, depois que parlamentares americanos exigiram informações sobre o que a Sony sabia, e quando soube.
Na segunda-feira, a companhia fechou uma segunda rede, o Sony Online Entertainment System, que atende os usuários de suas séries de jogos, depois de descobrir que um hacker tinha roubado informações pessoais de 24 milhões de membros e acessado um banco de dados que reunia informações sobre mais de 12 mil cartões de débito e de crédito.
A Sony não é a primeira grande empresa a enfrentar constrangimentos com vazamentos de informações. O JPMorgan Chase e o Citibank estão entre as companhias que tiveram de reconhecer que as listas de clientes tinham sido roubadas da Epsilon, uma empresa que os bancos usavam para campanhas de marketing por e-mail. A Apple e o Google foram criticados por coletar secretamente informações privadas. E a empresa holandesa de navegação por satélite TomTom teve de pedir desculpas depois de vender para a polícia dados sobre a velocidade de seus clientes ao volante. Mas o caso da Sony é diferente, porque a empresa parece ter se esforçado pouco para garantir a segurança de seus sistemas. O hacker que forçou o fechamento da PlayStation Network entrou no sistema por meio de um servidor de aplicativos, um dispositivo intermediário de manuseio de dados que faz a interface entre o sistema particular da Sony e a internet pública. Por si só, isso envolve um grave erro de software por parte da Sony. Mas a companhia reconheceu que a fragilidade explorada pelo hacker era de conhecimento dos técnicos em segurança de TI. Inexplicavelmente, a falha não foi notada pela própria equipe de segurança da Sony.
Como parte de suas tentativas para recuperar a iniciativa, a Sony disse que nomearia um diretor de segurança da informação, acrescentaria novos serviços de firewall, criptografia e monitoramento a seus servidores e transferiria as informações de clientes para um centro de dados novo e mais seguro. Tudo isso é bem-vindo. Mas a necessidade desse tipo de mudança chama a atenção para a vulnerabilidade da segurança da empresa antes do ataque à rede PlayStation.
A Sony se recusa a informar o número de funcionários de que dispõe para cuidar da segurança de sistemas. Mas técnicos do setor dizem considerar que a equipe é pequena, comparativamente a outras que gerenciam uma significativa movimentação on-line. Se isso for verdade, o fato é indesculpável, uma vez que a Sony tinha sido avisada que era um possível alvo desse tipo de ataque pelo Anonymous, grupo ativista ligado a atividades de "hacking". O tratamento apático dado pela Sony à segurança surpreende ainda mais à luz de sua estratégia principal de gerar uma receita on-line crescente para substituir a renda obtida com produtos eletrônicos de consumo, nos quais a empresa vem perdendo terreno, como aparelhos de TV e tocadores de música portáteis.
A estratégia está funcionando: o grupo de produtos em rede contribuiu com lucros de 45,7 bilhões de ienes (US$ 565 milhões) nos três meses encerrados em dezembro, quase o dobro do total gerado pelas divisões de produtos eletrônicos mais tradicionais. Mas a iniciativa depende de convencer os consumidores a escolher a Sony como sua provedora preferida de rede on-line, e de manter a disposição dos clientes de pagar por produtos via internet. Permitir que hackers roubem os dados de cartões de crédito é uma maneira nada ideal de fazer isso, como demonstraram as convocações furiosas em favor de um boicote dos consumidores.
Não é menos constrangedor para a Sony que a pessoa responsável pelo fiasco seja Kazuo Hirai, diretor do grupo de produtos em rede e, desde março, o sucessor ungido de Sir Howard Stringer, o principal executivo da Sony. A possível ascensão de Hirai ao cargo máximo da empresa, agora, vai depender da maneira como ele vai administrar a crise daqui para frente. Dependerá também de o roubo de dados financeiros ser seguido ou não por fraudes e da possível ocorrência de novos ataques bem-sucedidos de hackers à empresa.
A questão decisiva, no entanto, é que a Sony precisa melhorar seriamente o tratamento que dá à segurança e assegurar que não haja novas vitórias dos hackers. Se não conseguir fazer isso, ela será, de fato, um gigante caído.
Fonte: http://www.valoronline.com.br/impresso/empresas/102/421719/pesadelo-digital-assombra-a-sony
Tomohiro Ohsumi/Bloomberg
Está na hora de dar mais valor ao diretor de TI
Repassando algumas matérias de jornal onde fica flagrante e " desinteligência de mercado " de algumas empresas.
Continuo na dúvida: Corporação que nasceu na era industrial analógica do século XX vai conseguir adaptar-se ao cenário digital e de rede do século XXI?
John Bussey | The Wall Street Journal - 19/05/2011
A Sony Corp. não é nenhuma relaxada quando se trata de tecnologia, então seu recente embate desastroso com hackers fez empresas do mundo todo se perguntarem: se aconteceu com a gigante japonesa, pode acontecer com a gente?
É claro que a resposta é que já está acontecendo. A Sony entrou para a lista crescente de empresas invadidas facilmente pelos hackers - empresas como a Epsilon, a RSA e a Nasdaq, só para citar algumas.
Junte uma mesa de presidentes de empresas e você vai ouvir histórias sobre os milhares de ataques de hackers que elas bloqueiam constantemente - e às vezes não conseguem impedir.
Mas pergunte a esses executivos se seus diretores de tecnologia da informação se reportam diretamente a eles e, provavelmente, poucos responderão "sim" - menos da metade ou apenas um terço, mostram pesquisas diferentes. Embora a segurança dos dados seja uma prioridade neste século XXI - uma das maiores, segundo a conversa dos executivos -, em muitas empresas o quadro hierárquico ainda está firmemente no século XX. E isso pode ser parte do problema.
"Parte disso é só um pensamento antiquado nas empresas - que a tecnologia é, em essência, apenas algo útil", diz Vasant Dhar, que dirige a parte de TI da Escola de Administração Stern, da Universidade de Nova York. "A informação se tornou uma peça crucial das empresas. Em termos conceituais, realmente não há diferença entre ela e o produto físico." Para proteger e explorá-la apropriadamente, diz ele, o diretor de TI precisa participar da equipe estratégica do mais alto escalão e sentar "à mesma mesa que o diretor-presidente".
O fato de que menos da metade realmente o faça, e que o resto é supervisionado por uma camada adicional ou mais de hierarquia, é uma velha fonte de queixas dos diretores de TI. Especialmente com a expansão das responsabilidades deles, que passaram de apenas supervisionar a intranet da empresa para administrar pela internet a mais complexa interação empresarial entre clientes e fornecedores, algo que aumenta a vulnerabilidade a invasões.
Alguns dos estudiosos dizem que há bons motivos para a queixa e as empresas mostrarão sagacidade se a ouvirem. Um exemplo clássico, dizem, é que as empresas deveriam aproveitar seus diretores de TI para tarefas mais ambiciosas, como ajudar a encontrar novas ideias de produtos e fontes de receita nos dados sobre os clientes. Elas também deveriam usar o diretor para colaborar na decisão de que dados de cliente descartar, já que ou não vale a pena o risco de sofrer uma invasão ao banco de dados ou o cliente nunca pretendeu que informação fosse armazenada.
O risco pode se transformar rapidamente em custo, como mostra o exemplo da Sony. Os hackers surrupiaram milhões de arquivos de clientes do cofre de dados supostamente seguro da Sony. A empresa teve de desligar sua rede PlayStation Network para descobrir o que tinha sido furtado. Quando a Sony conseguir contabilizar o faturamento perdido, as despesas da investigação e outros custos relacionados, a conta pode chegar a centenas de milhões de dólares, segundo estimativas externas.
Acrescente a isso a perda da confiança - e da lealdade - dos clientes. "Só quero saber quando posso voltar a jogar Madden", escreveu um cliente do popular jogo de futebol americano, antes de a Sony retomar o site do PlayStation, no fim de semana. "Olá Xbox", escreveu outro dono de PlayStation no fim de semana, ameaçando mudar para o concorrente da Microsoft.
É bom fechar a porta do estábulo mesmo quando o cavalo já fugiu, e a Sony tomou um passo nessa direção e anunciou a criação de um diretor de segurança de TI em sua hierarquia.
Quando perguntado por que a empresa de entretenimento não tinha esse cargo, um porta-voz disse: "A Sony sempre se esforçou para proteger a integridade de nossos sistemas e dos dados neles, mas o ataque que sofremos serviu de lembrete de que nenhum sistema é invencível. O novo cargo de diretor de segurança de TI vai manter um foco dinâmico nas últimas ameaças à segurança e nas defesas avançadas contra essas ameaças, para garantir nosso compromisso inabalável de proteção dos dados de nossos clientes". ( sic)
As empresas que dependem especialmente dos dados, muitas delas na área financeira, já têm diretores de segurança de TI há algum tempo. Shawn Banerji, que contrata esses profissionais na firma de recrutamento executivo Russell Reynolds, diz que o cargo é uma das categorias de emprego mais procuradas no mundo atual da tecnologia. As companhias que o empregam, diz Banerji, também tendem a permitir que o diretor de TI fique próximo do diretor-presidente, para que possam se comunicar diretamente.
Na Sony, como em muitas outras empresas, ainda não é assim. O novo diretor de segurança de TI da Sony será supervisionado pelo diretor de TI, que continua a ser supervisionado pelo diretor de transformação, que, por sua vez, é supervisionado pelo diretor-presidente. ( ??)
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